E O BRASIL VAI DESMILITARIZAR, TMB?
Kremlin: Ucrânia desmilitarizada como a Áustria é compromisso possível
Referência à desmilitarização pode estar relacionada à ideia de status neutro para a Ucrânia, o que é exigido pela Rússia

O Kremlin disse, nesta quarta-feira (16), que uma Ucrânia desmilitarizada com seu próprio exército nos moldes da Áustria ou da Suécia está sendo vista como um possível compromisso.
“Esta é uma variante que está sendo discutida e que pode realmente ser vista como um compromisso”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, segundo a agência de notícias RIA.
A referência à desmilitarização parecia estar relacionada à ideia de status neutro para a Ucrânia.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) prometeu à Ucrânia em 2008 que um dia o país se tornaria membro da aliança. A Rússia disse que não pode permitir que isso aconteça, e citou a questão como parte da lógica do que chama de sua “operação militar especial” na Ucrânia.
Veja imagens de protestos contra a guerra na Ucrânia em todo o mundo
1 de 15Manifestantes seguram placas com mensagens como "Pare a Guerra" e "Estamos com a Ucrânia" em um protesto em Munique, na Alemanha, no dia 3 de março de 2022
Crédito: Felix Hörhager/picture alliance via Getty Images
2 de 15Ucranianos, vivendo em Istambul na Turquia, juntam-se para protestar contra os ataques da Rússia à Ucrânia. Os manifestantes traziam cartazes com dizeres como "Vida Longa à Ucrânia" e "Sem Guerra"
Crédito: Mehmet Eser/Anadolu Agency via Getty Images
3 de 15Protestos da Associação Democrática de Todos os Estudantes da Índia, levando cartazes e imagens de Vladimir Putin e Joe Biden com críticas à guerra entre a Rússia e a Ucrânia
Crédito: Jit Chattopadhyay/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
4 de 15Participantes da manifestação em Wesel, Alemanha, levantam cartazes. A organização Fridays For Future marchou em diversas cidades no dia 3 de março de 2022 contra a invasão russa da Ucrânia
Crédito:
5 de 15Manifestantes mostram apoio à Ucrânia em frente ao parlamento da Escócia, em Edimburgo, no dia 3 de março de 2022
Crédito: Jeff J Mitchell/Getty Images
6 de 15Pessoas levantam bandeiras e cartazes durante protesto contra o ataque russo à Ucrânia em frente à embaixada da Rússia em Vilnius, capital da Lituânia. A Lituânia é uma ex-república soviética e sofre pressão da Rússia
Crédito: Paulius Peleckis/Getty Images
7 de 15Um grupo de apoiadores da organização de caridade Sunflower of Peace deixam girassóis do lado de fora da Embaixada da Rússia em Londres, marcando a primeira smeana da invasão da Ucrânia, no dia 3 de março de 2022
Crédito: PA Images via Getty Images
8 de 15Manifestantes anti-guerra se reúnem na Times Square, uma das principais vias da cidade de Nova York, nos EUA, em 2 de março de 2022
Crédito: Anadolu Agency via Getty Images
9 de 15Manifestantes levantam cartazes contra a invasão russa à Ucrânia, na Times Square, em Nova York, em 2 de março de 2022, que marcou o 7º dia da guerra
Crédito: Tayfun Coskun/Anadolu Agency via Getty Images
10 de 15Manifestação contra a guerra na Ucrânia, na praça de Terlizzi, na Itália, em 2 de março de 2022
Crédito: Davide Pischettola/NurPhoto via Getty Images
11 de 15Membros da comunidade ucraniana no México protestam do lado de fora da Embaixada da Rússia na Cidade do México, em 2 de março de 2022
Crédito: Gerardo Vieyra/NurPhoto via Getty Images
12 de 15Cerca de 3.000 pessoas manifestaram-se contra a guerra na Ucrânia em Barcelona, na Espanha, em 2 de março de 2022
Crédito: NurPhoto via Getty Images
13 de 15Manifestantes mostram placas dizendo "Reze pela Ucrânia" em frente à Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, em Washington D.C.
Crédito: dpa/picture alliance via Getty Images
14 de 15Pessoas se manifestam em apoio à Ucrânia, na Avenida Paulista, em São Paulo, no dia 1º de março de 2022
Crédito: Anadolu Agency via Getty Images
15 de 15Protestos em Madrid em apoio à Ucrânia
Crédito: Mari Palma e Phelipe Siani/CNN
Negociações em curso
A quarta rodada de negociações entre a Ucrânia e a Rússia foi continuada na tarde da terça-feira (15), mas novamente interrompida, com promessas de ser retomada nesta quarta.
De acordo com um representante ucraniano, o encontro foi pausado novamente após um processo “muito difícil e viscoso”. No entanto, o conselheiro presidencial e negociador da Ucrânia, Mykhailo Podolyak, afirmou que “certamente há espaço para compromisso”.
As conversas entre representantes dos dois países foram classificadas como “difíceis” pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky — que ressaltou, no entanto, que a posição da Rússia estava ficando “mais realista” do momento.
As reuniões têm como foco principal alcançar um possível cessar-fogo. Nas outras rodadas de negociações, porém, nem a abertura de corredores humanitários encontrou fácil consenso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário