SERÁ QUE VAI APARECER O MANDANTE DA MORTE DA VEREADORA?
Encarcerado em um presídio federal de segurança máxima desde 2020, o ex-PM sinalizou seu descontentamento com o abandono na prisão

247 - O ex-policial militar Ronnie Lessa, que está preso sob a acusação ser o assassino da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em 2018, no Rio de Janeiro, relembrou em uma entrevista à revista Veja, que começa a circular nesta sexta-feira (4), de uma breve relação que teve com Jair Bolsonaro (PL) em 2009, no que pode ser interpretado como um recado ao clã Bolsonaro pelo descontentamento com o abandono atrás das grades.
Segundo ele, após perder parte da perna esquerda devido a explosão de uma bomba colocada em seu carro, Jair Bolsonaro - que naquele momento exercia um mandato de deputado federal - interveio para que seu atendimento fosse priorizado pela Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), no Rio de Janeiro. “No final dessa história eu saio como mal-agradecido. Nunca fui apertar a mão dele”, disse Lessa que está preso Penitenciária Federal de Segurança Máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, desde dezembro de 2020.
| Marielle Franco | |
|---|---|
| Marielle em setembro de 2016. | |
| Vereadora do Rio de Janeiro | |
| Período | 1º de janeiro de 2017 até 14 de março de 2018 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Marielle Francisco da Silva |
| Nascimento | 27 de julho de 1979 Rio de Janeiro, RJ |
| Morte | 14 de março de 2018 (38 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Nacionalidade | brasileira |
| Alma mater | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro[1] Universidade Federal Fluminense[1] |
| Partido | PSOL[1] |
| Profissão | socióloga |
| Website | mariellefranco.com.br |
Marielle Francisco da Silva, conhecida como Marielle Franco[2] (Rio de Janeiro, 27 de julho de 1979 – Rio de Janeiro, 14 de março de 2018), foi uma socióloga e política brasileira.[3]
Filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), elegeu-se vereadora do Rio de Janeiro para a Legislatura 2017-2020, durante a eleição municipal de 2016, com a quinta maior votação.[4]
Marielle defendia o feminismo, os direitos humanos, e criticava a intervenção federal no Rio de Janeiro e a Polícia Militar, tendo denunciado vários casos de abuso de autoridade por parte de policiais contra moradores de comunidades carentes.
Em 14 de março de 2018, foi assassinada a tiros junto de seu motorista, Anderson Pedro Mathias Gomes, no Estácio, Região Central do Rio de Janeiro.[5][6]
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