segunda-feira, 6 de junho de 2022

FRACASSOS

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Fracassos de Bolsonaro desmoralizam direita e reabilitam esquerda

"Anos de desemprego e subemprego, a maioria deles sob a batuta de Jair Bolsonaro, parecem ter servido de lição a boa parte dos trabalhadores", diz Helena Chagas

www.brasil247.com -
(Foto: Tiago Rodrigues/MST)
 

A maioria da população brasileira não é, essencialmente, nem de direita e nem de esquerda - até porque tem assuntos mais prementes a tratar do que reflexões sobre ideologia. No período histórico pós-ditadura, há uma lenta e às vezes interrompida evolução progressista em relação a temas comportamentais - homossexualidade, aborto legal, pena de morte - e um movimento pendular em relação à política e à economia. A boa notícia, no último Datafolha, é que o brasileiro parece ter "desencaretado" de forma significativa nos últimos anos. E o que está por trás disso.

Passou de 41% para 49%, em menos de cinco anos, o percentual dos que se identificam com a esquerda, num levantamento aferido pelo posicionamento dos entrevistados diante de questões diversas que apontam suas preferências ideológicas. Do ponto de vista político, o que se destaca nesse conjunto é o afastamento da maioria dos brasileiros de posições conservadoras que tinham em 2017, e que possivelmente influenciaram o seu voto em 2018. 

Por exemplo, a visão da maioria sobre questões trabalhistas e sindicais: naquele ano, 58% consideravam que os sindicatos "serviam mais para fazer política do que para defender os trabalhadores". Hoje, esse número é de 50%, e a opinião de que os sindicatos são importantes para defender os interesses dos trabalhadores subiu de 38% para 47%.

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