quinta-feira, 1 de setembro de 2022

SAINDO PELA TANGENTE

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Em meio ao afrouxamento promovido por Bolsonaro, Exército quer deixar de fiscalizar importação de armas e munições

Nova medida de flexibilização é apoiada pelo Movimento Proarmas, que representa os interesses do grupo dos CACs, uma das bases de apoio do bolsonarismo

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(Foto: REUTERS/Carla Carniel | Exército Brasileiro | REUTERS/Jim Young | REUTERS/Lucas Jackson)
 

247 - O Exército elaborou uma portaria para deixar definitivamente a fiscalização da importação de armas de fogo, munições e coletes à prova de balas. A iniciativa ocorre em meio à corrida armamentista desencadeada pelo afrouxamento das restrições de acesso a armas de fogo por civis promovido pelo governo Jair Bolsonaro (PL) desde que chegou ao poder.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o projeto prevê que a fiscalização do Exército seja substituída por um documento internacional atestando a segurança e qualidade do armamento importado. Com isso, os importadores não seriam submetidos ao processo de certificação nacional, que permanece obrigatório para a indústria armamentista nacional.   

>>> Estimulado por Bolsonaro, maior grupo armado do Brasil quer se tornar partido político 

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