domingo, 14 de janeiro de 2018

ESTADÃ..ÃO!

NOTÍCIA DE BASTIDORES DA POLÍTICA DE BRASÍLIA
Informa a Coluna do Estadão
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“Os processos foram abertos ao longo de um ano e oito meses de governo e permanecem ainda sob os cuidados dos conselheiros. Duas denúncias concentram a maior parte dos envolvidos: uma delas, de autoria do PT, acusa titulares de ganharem cargos no primeiro escalão depois de votarem a favor do impeachment de Dilma Rousseff. A outra apura denúncia de que pré-candidatos usaram agendas oficiais para privilegiar suas bases eleitorais nos estados.

'A Comissão de Ética Pública da Presidência investiga 14 dos 28 ministros de Michel Temer. Os processos foram abertos ao longo de um ano e oito meses de governo e permanecem ainda sob os cuidados dos conselheiros. Duas denúncias concentram a maior parte dos envolvidos: uma delas, de autoria do PT, acusa titulares de ganharem cargos no primeiro escalão depois de votarem a favor do impeachment de Dilma Rousseff. A outra apura denúncia de que pré-candidatos usaram agendas oficiais para privilegiar suas bases eleitorais nos Estados.
Rodeado. Os três principais articuladores do núcleo duro do Planalto: Moreira Franco (Secretaria da Presidência), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Carlos Marun (Secretaria de Governo) são alvos de denúncias. Eles negam as acusações. De fora. Dez ex-ministros de Dilma e Temer continuam na mira do colegiado, mesmo após terem deixado as pastas. Entre eles, Paulo Bernardo (Comunicação), Ronaldo Nogueira (Trabalho), Marcos Pereira (Indústria) e Geddel Vieira Lima (Governo). Em defesa, todos negam envolvimento nas denúncias.

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